Meia joga na Ucrânia e é alvo de dirigentes palmeirenses e de Felipão. Lado financeiro pesa, e negócio só é possível com eventual saída do chileno.
Insatisfeita com o rendimento de Valdivia desde que voltou ao Brasil, na metade de 2010, a diretoria do Palmeiras procura um meio-campista que chegue para ocupar a posição de titular e consiga armar o time em busca de um desempenho melhor na próxima temporada. Além de Wagner, do Gaziantepspor-TUR, o clube alimenta um sonho que é mais difícil de ser realizado: Giuliano, ex-Internacional e atualmente no Dnipro-UCR, está na mira para a vaga de novo “maestro” do Verdão.
Dirigentes próximos ao presidente Arnaldo Tirone confirmam o interesse pelo jogador, que deixou o Brasil no fim de 2010 rumo ao futebol ucraniano. O problema, assim como no caso de Wagner, é o alto valor de uma possível transação – o Verdão já foi informado que o Dnipro não tem intenção de se desfazer do meia, que foi comprado do Inter por 10 milhões de euros (cerca de R$ 22 milhões). O dinheiro da venda de Kleber para o Grêmio ajuda, mas não é suficiente.
O nome de Giuliano é um dos indicados por Felipão, mas a diretoria mantém a cautela e não confirma a possibilidade de apresentar proposta pelo meia.
– Jogadores de qualidade sempre nos interessam, mas estamos analisando com calma a situação. Os nomes estão na lista, vamos estudar uma forma de trazê-los – afirmou o vice-presidente Roberto Frizzo.
A busca por um meia é prioridade, pois a insatisfação com Valdivia tem aumentado dentro do clube. Além das lesões e convocações para a seleção chilena, o Mago passou a desfalcar a equipe por indisciplina – o cartão vermelho contra o Atlético-MG foi alvo de bronca ao meia. Há dois meses, Arnaldo Tirone não quis vendê-lo para o futebol do Qatar, mas hoje já tem idéia diferente: se conseguir um reforço de peso para o setor, não fará esforço para manter Valdivia

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