“Isso será resolvido até março do ano que vem. Estamos conversando com cinco, seis empresas”, destacou Andrés ao jornal.
Com a negociação do naming rights, o Corinthians espera quitar o empréstimo feito pelo BNDES para a construção do estádio, que será sede da abertura e da semifinal da Copa do Mundo. O empréstimo precisa ser quitado em dez anos.
O custo total do estádio deve superar R$ 1 bilhão. A diretoria do Corinthians afirma que a demora na definição da empresa que dará nome à arena faz parte da estratégia do clube.
Quando a arena começar a ter uma cara mais definida, a valorização da área será muito maior, entende o diretor de marketing do clube, Luis Paulo Rosenberg.
A indefinição do interessado em adquirir os direitos de batizar o estádio acaba criando situações cômicas.
Indagado por Galvão Bueno sobre a possibilidade deo nome do estádio acabar virando Itaqueirão ou Fielzão, o presidente corintiano ironizou.
“Pode ser até o Galvão Bueno se ele quiser assinar o cheque de R$ 400 milhões”, rebateu Sanchez.
O Galvão Bueno tratou de tirar o corpo fora, tirando qualquer esperança de o torcedor ver a abertura da Copa no “Buenão”. A bola então foi passada para o ex-jogador Ronaldo.
“Esse cheque eu não assino, não”, respondeu prontamente o Fenômeno.
Do UOL Esporte
Em São Paulo
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